Yes, I am falling...

Eis que me deparo com uma cosistente e latente falta de senso nas pessoas que primam por ser achar maiores por algum motivo idiota aparente, isso me faz cansar mais ainda das coisas do dia dia, tudo massante e entediante, repetição me faz ser meio robótico, pensar em várias direções e almejar conquistas me faz me sentir um pouco vivo e aderente a vivência "social" qual não faço questão de participar, sinto o mundo e as pessoas em sim aglomeradas de problemas e com pouca falta de espirito me deixa a pensar que são uma multidão de humilhados que nao pensam em si nem nos outros e nem em ninguém só pensam em se mostrar para uma sociedade hipócrita e corrupta como um modelo de pessoa ou de família querendo cada vez mais subir nessa pirâmide social doential e mentiroso se orgulhar de ter amigos tão idiotas quanto elas mesma e se sentir bem por ter um grupinho na qual façam coisas tão idiotas quanto você é, eu sou um idiota mas mas não sou tão idiota quanto pareço ser, então tentem não me pertubar, ou fazer uma imagem de mim na qual você não conhece e assim viveremos bem cada um no seu lado...

como se chama aquela coisa que tá faltando...

Então me pego esses dias por pensar na vida, dias chuvosos "frios", depois de um tempo de férias da facul... mais ou menos sem graça, maioria do tempo em casa assistindo seriados e filmes lendo etc... 


mas como falei, me pego a pensar voltei um pouco no passado... e vi que tive um passado gelatinoso horas doce, horas azedo, horas aguado... fui uma criança normal, mas acho que não fui um adolescente normal, já pesava sobre mim cobranças e deveres preocupações, frustrações e falta de senso... mas mesmo assim odeio toda essa juventude teen dos tempos atuais sinceramente não suporto...

meu presente é liquido, tudo me escapa pelas mãos, tudo vai e não volta, percas atrás de percas, frustrações atrás de frustrações, decepções aos montes... com tudo meu futuro se evapora, bateu de repente um desespero por pensar que muitas coisas nunca vou poder fazer, ou nunca vou poder ser... sinceramente isso me deu um novo desânimo, e uma vontade maior que tudo se exploda... cansado de pessoas com falso moralismo e falta de caráter, cansando também que algo mude para mim ou que dê certo, não que eu tenha ou queira desistir, mas por que nada também ajuda melhorar, fico batendo em um portão que nunca abre, ae me sinto frustrado chateado, as vezes me dá uma vontade mortal de sumir, outras horas me dá vontade de passar por cima e ficar tentando, tentando, tentando... acho mesmo que eu estou cansando, já enjoei de coisas que eu gosto, já enjoei de muitas pessoas, dá preguiça de viver... pois eu sempre me mantive equilibrado com essas guerras internas, mas o outro lado de mim que eu sempre venci hoje está me vencendo facilmente... mas mesmo contudo não me queixo de niguém, pois dessa vez sou eu mesmo... 

como não sei o nome disso, fica difícil descrever algumas coisas que estou sentindo... mas tudo bem.

alguém?

Suicídio quântico

Suicídio quântico consiste em uma teoria criada a partir de um experimento mental no qual imagina-se um homem que se senta frontalmente a uma arma e a aponta para sua cabeça. A arma está ligada a uma máquina que mede o giro de partículas quânticas. Cada vez que se puxa o gatilho, o giro da partícula quântica, ou quark, é medido e assim, dependendo da medida a arma dispara ou não. Se a medida mostrar que a partícula quântica está girando em sentido horário, a arma dispara; Se em sentido anti-horário, a arma não dispara, logo o homem puxa o gatilho pela primeira vez e a arma não dispara; ele então puxa o gatilho novamente e novamente a arma não dispara. O homem continuará a puxar o gatilho com o mesmo resultado: a arma não vai disparar. Apesar de estar em pleno funcionamento, não importa quantas vezes ele for puxar o gatilho a arma não irá disparar e assim, ele vai continuar o processo eternamente, tornando-se "imortal". Agora, voltemos um pouco no experimento: O homem puxa o gatilho pela primeira vez, e a medida mostra que o quark está girando no sentido horário e conseqüentemente a arma dispara e o homem morre, mas como vimos inicialmente o homem já puxou o gatilho a primeira vez e outras infinitas vezes depois disso, e já sabemos que a arma não disparou. Ele não tem consciência disso, mas está vivo e morto, e cada vez que ele puxa o gatilho, o universo se divide em dois e vai continuar a se dividir cada vez que o gatilho for puxado, criando múltiplas realidades.


logo vou refletir e estudar melhor sobre isso e farei uma puta teoria sobre...